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O homem das cavernas

por Henrique Monteiro, em 05.02.12

Publicado em SAPO Notícias

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3 comentários

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De CobraZarolha a 05.02.2012 às 23:11

Gostei mui de tua pintura. Para essa gente, essa cousa do Acordo Ortográphico nunca devia ter aconthecido, ainda devíamos phalar Austrolopitequês... aliáz, nem devíamos usar os computadores e sim as paredes e a pedras com hierogliphos para não perdermos a caligraphia original... LOL

BTW, como muita gente que é contra o AO é ignorante e nem se dá ao facto de se informar quando usa o principal "argumento": facto continua a ser facto em Portugal e continua a ter dupla grafia - fato - no Brasil.
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De Anónimo a 06.02.2012 às 09:19

Como faziam os antigos egípcios... do Egito!

BTW, escreve-se "aliás".
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De CobraZarolha a 08.02.2012 às 16:03

Foi propositado tal como todos os outros erros para mostrar o ridículo que é defender a imutabilidade da língua portuguesa que mais não é do que uma versão atualizada dos grunhidos originais dos australopitecos depois de ter passado por muitos acordos ortográficos na história mas aos quais chamamos outros nomes: latim vulgar -> galego-português (galego arcaico) -> português.

De cada vez que há um isolamento de um povo uma nova língua nasce ao fim de alguns anos.

Já uma sociedade global e aberta promove a adoção de estrangeirismos e facilita o entendimento.

Eu considero que o que já existe faz parte da cultura de cada povo e deve ser preservado quanto mais não seja para memória futura, mas também defendo que já não faz sentido defender o isolamento e incentivar a diferenciação cada vez maior dos dialetos que resultará inevitavelmente em novas línguas completamente distinguíveis.

Ou seja por uma questão cultural deve-se preservar catalão, mirandês, castelhano, galego, português, brasileiro, etc e por uma questão estratégica económica e social para evitar o isolamento ainda maior desta praia à beira mar plantada com insignificantes 10.7 milhões devemos impedir que no futuro se torne impossível que um português não perceba um angolano, este não perceba um brasileiro e este último não perceba um português.

Mas este é apenas o ponto de vista de um eu com mente aberta e com uma visão de um mundo globalizado.

E pessoas como eu sempre em toda a história foram criticadas pelos velhos do restelo...

(PS: se repararem eu já adotei um outro acordo ortográfico de José Saramago pois também eu detesto o uso de pontos e vírgulas inúteis que interrompem a fluidez do texto e por conseguinte do pensamento e se no futuro muitos aderirem tornar-se-á oficial)

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