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Cela sobrelotada

por Henrique Monteiro, em 09.12.14

cela1.jpg

 

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10 comentários

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De sapotroiko a 09.12.2014 às 10:57

Nessa cela sobredotada
onde os presos se amontuam,
vive uma discordia danada
onde banqueiros não hatuam.

Se acaso a superlutação
pecasse por malvadês,.-
o país não teria noção
dos capitais do marquês.

Desde o caso bpn bes e companhia
corrumperam com o engenheiro,
porque ele é barra em demazia
no espaço e em arranjar dinheiro.

A tradição de "ir a missa"
já não é o que era dantes,
"Que espirito santo s€m cortiça
cupabeliza suas amantes",..
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De André a 09.12.2014 às 14:22

Bem, isto é só erros, acho é que o amigo acima tem de tirar um curso de Português antes de vir dar ar da sua graça com os poemas "engraçadinhos".
"Hactuam" - Não conheço esta palavra, apenas Actuam do verbo Actuar.
"Demazia" - O senhor deve ter comido muitos fritos antes de escrever o poema para ter azia e não Demasia.
"Dantes" - Este deve ser uma variante de Dentes, já que só existe Antes.
"Cupabiliza" - Culpabiliza é a palavra correcta, já começam a ser erros a mais.
"Superlutação" - O Marquês e o Motorista devem ter tido uma luta renhida, porque nem sequer imagina que se escreve Superlotação de Lotado.

Da próxima vez, coma um dicionário, já que erra em cada dois versos uma palavra.
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De Xá Pinto a 09.12.2014 às 14:35

Caro André, acho que foi brando demais na avaliação que fez ao poeta. Deixou passar alguns erros... e não há dicionário que valha a este espécime!
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De Francisco a 09.12.2014 às 15:15

É óbvio que tem muitos erros!!
Mas quiçá o poeta, nem a 4ª classe tem ... na minha opinião, isso pouco ou nada interessa, pois ter o génio que ele tem, não é para todos e muito menos para quem se prende com erros ortográficos, como os comentadores deste artigo.
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De MA a 09.12.2014 às 17:12

Francisco, você desculpar-me-á mas, quando fala de "génio" está-se a referir, exactamente, a quê, pode-se saber? É que eu não vislumbrei nada parecido com isso mas, tão só, um arrazoado sem pés nem cabeça e que, ainda por cima, está "escrito" em pretuguês... Génio, só se for da ignorância e da presunção.
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De Francisco a 09.12.2014 às 17:53

Desculpem-me então, mas é que eu não conseguiria escrever como essa pessoa escreveu (não me refiro aos erros, mas sim à sequência, que acho genial, da poesia).

Deixem lá, não percam tempo em responder-me, mas é que eu sou a dar para o burrinho, e como tal, qualquer poesia me encanta, principalmente deste género, com erros "genuínos", e que, na minha singela opinião, dão outra graça "à coisa".
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De MA a 10.12.2014 às 09:34

Tal como a si, Francisco, também a mim "qualquer poesia me encanta"! Mas, para isso, é necessário haver poesia...
É que, ir aos sanitários e, depois, limpar as mãos à parede, pode ter alguma leve semelhança com os desenhos do Picasso, mas não tem nada que ver com o Cubismo ou, sequer, com a pintura naïf.
E o que este "poeta" da treta fez, foi limpar as mãos à parede!
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De Francisco a 10.12.2014 às 12:42

Pois ...
Quantos e quantos quadros, à vista dos do Picasso são autênticas aberrações, e que afinal, são muito conceituados e valiosos, no mundo da pintura?
Se o "amigo" acha que não existe qualquer poesia aqui, ok, está no seu direito, mas daí a julgar ou a definir o que é ou não poesia, ainda vai um logo caminho ... o que é para uns, poderá não o ser para outros, mas isso, não quer dizer que uns ou outros, estejam errados ou correctos.

Cada um sabe de si, e Deus Nosso Senhor, de TODOS.
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De MA a 10.12.2014 às 18:01

Se você insiste que consegue ver "poesia" numa algarviada sem sentido, lá saberá porquê...
Já agora, por algaraviada, aqui vai uma que, para si, deve estar ao nível dos Lusíadas:
Pergunta o puto à mãe:
- Ó mãe, sabes o q'ué un insete?
- Ê cá nã sê, pregunt'á mana...!
- Ó mana, o qué un insete?
- Pôs nã sê... pregunt'ó pai...!
-Ó pai, o qué un insete?
-Mê g'anda burre! Un insete sã... Oite!!!...
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De Francisco a 11.12.2014 às 16:01

O que eu vejo ou não, seja onde for, não é da sua conta, porque, primeiro, não sou seu filho, segundo, não o conheço de lado nenhum, terceiro, já cá ando neste Planeta, se calhar há mais tempo do que você, e em quarto lugar, o respeitinho é muito bonito, não sei se sabe.

Mas, muito menos será da sua conta, tentar dar-me "lições" sobre poesia, subentendendo a minha falta de percepção, entre Os Lusíadas, e as suas suas algarviadas (ou algaraviada, como você lhes chama, pois deve ser "especial de corrida", e como tal, diferente das demais).

Descendo de nível, vossa mercê, vá mas é dar banho ao cão, e preocupe-se mais consigo, do que com os outros.


PS : criticar, sendo destrutivo, é fácil, muito fácil, construir, já só está ao alcance de alguns, principalmente dos humildes

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